terça-feira, 13 de agosto de 2013

(SEGUNDA PARTE)O indivíduo:Melhor desenvolvimento de si próprio,conhecimento do outro.



A medida que o indivíduo vai se desenvolvendo nos acontecimento de aprendizagem do seu dia-a-dia para o propagar de papéis,  vai se obtendo um elo de integração e interação entre o sujeito+objeto ao seu meio e neste momento, cada pessoa  vê, sente,  interpreta  e adapta de maneiras diferente, situações que são provocada pro uma
e/ou varias consequências de fatores que vão se modificando desde sua fase de criança até a fase adulta como o organismo, proporções
físicas, capacidades mental, interesses,   comportamento  motor, emocional e social,etc. Estas consequências muitas vezes  ocorrem pelo modo diferente de formação que cada pessoa obteve   como convivência, cultura   e  personalidade   e  nesta   diversidade,  o especialista se manifesta através de   seus   projetos,  pesquisas,  e análises como também trabalhos(atividades)  teóricos  e  práticos para o orientar educativo   com  um  todo (corpo, mente, e alma) garantindo inovações e criatividade, fatores que irão contribuir para
que não ocorra sua estagnação como ser humano, e com objetivos para enfrentar suas relações pessoais como também   nas  inter  e intrapessoais nas diversidades(preconceitos,racismo e diferenças sociais), dando-lhes propagação de seu "eu"   dentro  da família, escola, comunidade,,trabalho, lazer e pessoal, tronando-o assim um administrador eficiente e capaz de   compreender  e   lidar   com situações que exijam seu desempenho através de sua   inteligência e seu conhecimento à realidade.Em um transformar    de   aptidões, denominadas como sensibilidades sociais a simpatia    que   está relacionada aos sentimentos de vibração do eu com  o  outro   em conjunto, a empática,ou o "eu" compreende,  sente  e  entende o "outro" em sua maneira de agir,mas   não   se    envolve   nelas. O indivíduo no seu expandir de convivência tem que   compreender e ser flexível em todas as suas ações(reação uniforme).Mas   se   as pessoas descobrem no seu interagir mediante este comportamento e atitudes, devera cada vez mais, ampliar cada vez mais seu potencial
de sensibilidade e flexibilidade para assim poderem interpretar   o outro pelo que eles são e não pelo que desejariam que fossem   ao seu modo de pensar, em um comportamento estereotipado  ( com muita exigência,severidade excessiva e inflexibilidade)e sentimento
cristalizado,a imagem "eu" do "outro" se quebra,não voltando a sua forma original.Mas quando o indivíduo no ampliar físico  e  mental do relacionar vai agindo e reagindo com submissão   e  docilidade, vai tendo a percepção de que o ser humano é livre e  responsável pelos atos desde que tenha absoluto repeito com sua forma  de  ser na busca de conhecimentos   e   desejos   para   transformar     sua realidade, desconsiderando sua história de vida e das pessoas  que ao seu redor,como fator de importância   para   todo  o  seu  meio ambiente como grupo social e sociedade.

Pesquisa:Marília Mendes Milhomens(Psicopedagoga clinica e institucional)


sábado, 10 de agosto de 2013

Lições e conhecimentos teóricos das relações em dimensão ao indivíduo,grupo e sociedade.









1ª Parte- O indivíduo: Melhor desenvolvimento de si próprio,conhecimento do outro.

É das relações pessoais(direta)e interpessoais(indireta) de um contexto universal do indivíduo como vida e diferente de todos os outros, e no trazer consigo características adquirida   do  seu   meio ambiente vai no decorrer todo processo de  vida por meio do grupo e sociedade    buscar    seu crescimento, desenvolvimento, satisfação e modernização do relacionar humano para sua  melhor produção e realização dos conceitos de direitos e deveres para sua permanência    eficiente   no obedecer de regras e conceitos em sua sociedade moderna como indivíduo digno à proteção de justiça e oportunidades iguais sem preconceito e/ou discriminação para  seu  bem   comum  e coletividade.

As relações no seu desenvolver do interagir indivíduo e meio possui uma independência mútua,por isto, cada pessoa tente de algum modo satisfazer suas necessidades   intelectuais,  sociais e emocionais através do outro, procurando influenciar e modificar seu comportamento e  do outro, sendo que estas alterações comportamentais não passarão a ser somente por manipuladores  como políticos, funcionários, administradores e profissionais,  mas também por pessoas íntimas   como maridos, esposas, namorado, amigo, pais e filhos,  por este motivo não devemos   ir   contra  os influxos destas relações, e sim colocarmos limites a suas técnicas e conhecer   éticas  que  as produzem.E através destas situações relacionais que vínculo  vai exigir do indivíduo   seus esforços multi pessoais para poder satisfazer todas as suas necessidades humanas, cientificas e espirituais através um dos outros, e os membros que irão compor este vínculo são integrados e adequados por experiências econômicas, religiosas,  familiar  e   sócio-cultural    em    sua     singularidade e interdependência e estes sentimentos irão se nutrindo, conforme situações novas e diferentes, e  é por isso que não se deve esperar do indivíduo uma estrutura já construída de relações  que  atinja os seus equilíbrios mentais, físicos e emocionais, pois estas relações estão  sempre em constante variação de duração por motivos de distribuições de poder, regras ambientalmente determinadas de comportamento em grau de individualidade nos papéis sociais ocupados pelo indivíduo.  Diante destas determinantes situações de mudanças, o processo de investigação da(o) especialista  é direcionado ao indivíduo para seu desenvolvimento e crescimento como   aprendiz   de   vida  em interação com seu "EU" e o "OUTRO" e integração de atividades mediante o seu meio social.


PESQUISA: Marília Mendes Milhomens(Psicopedagoga clinica e institucional)




segunda-feira, 29 de julho de 2013

(terceira parte) A importância da psicopedagogia como enfoque nas relações pessoais e interpessoais.


 

A cada dia, a psicopedagogia na instituição vai conseguindo posição de privilégio ao estudar os fenômenos educativos que se concentram no estudo dos processos de mudança de comportamento que se origina nas pessoas, como consequência da sua participação em situações diversas, de acordo com as necessidades de criar uma ponte para o conhecimento e a aprendizagem.
A psicopedagogia clinica e institucional no seu processo educativo para o relacionamento pessoal e interpessoal deve ser vista como um fator central na explicação do desenvolvimento humano, significando que deve-se interpretá-la como um processo aberto a aprendizagem de vida em uma mediação com o ponto de vista social e cultural. E nesta perspectiva, percebe-se que a função deste especialista é a de criar e gerar desenvolvimento.
E dentro de um desenvolvimento pessoal e do seu planejar de ações, se tem que investir com equilíbrio em cinco áreas da vida: profissional, social, familiar, afetiva e pessoal, geralmente, se dá mais valor, direito e/ou enfase a uma ou outra. Muitas vezes, as pessoas tentem buscar a realização  exclusivamente em uma delas. Em curto prazo, pode funcionar, mas a vida não é gerida apenas por uma necessidade.Quem aposta na diversificação certamente tem maiores possibilidades de se dar bem.Iniciar ou manter um relacionamento significa negociar o tempo todo, aprender a ouvir e criar ritmo para cada diversidade, definindo o próprio caminho, tudo depende de cada um.
É preciso, porém, ficar atento às tendências das áreas da vida.Como se fala muito e qualidade de vida no meio corporativo, quem fica bitolado demais em uma única vontade pode estar nadando contra a corrente.As instituições querem que seus indivíduos busquem maior equilíbrio em seu desenvolvimento e planejamento de vida pessoal.Muitas, inclusive, desenvolve programas com esse objetivo.
E neste segmento, o objetivo e finalidade de toda pesquisa gerenciada no desenvolvimento organizacional do equilíbrio em relação a todas as delimitações e fronteiras já mencionadas,servirá como meio para todo e qualquer processo de avaliação e intervenção educativa, direcionada à personalidade e comportamento nas relações pessoais e interpessoais,pois, o indivíduo feliz explora melhor seu potencial e poderá contribuir melhor e mais para o seu "EU" e o "OUTRO", em seu grupo social e/ou sociedade.
Para que ocorra o processo de investigação neste campo, o método que será utilizado para a realização da pesquisa em trabalho, será em diferentes meios, buscando chegar à uma conclusão que para uma abordagem educativa humanística, o mais adequado são a técnicas de pesquisa qualitativa. Para BLUMER, os objetivos estudados pelas ciências sociais,as  pessoas  e   suas atividades, não apenas são agentes interpretativos de seus mundos, mas também de compartilhar suas interpretações à medida que interagem e refletem suas experiências no curso de suas atividades  cotidianas.
Sendo assim, para o perfeito conhecimento de uma personalidade é necessário reunir aos resultados  da aplicação destas técnicas grande número de fatos sobre o comportamento, produtividade e desenvolvimento de todos os processos educativos dentro das áreas em humanas das instituições como indivíduos grupo e sociedade.

PESQUISA:MARÍLIA MENDES MILHOMENS(psicopedagoga clinica e institucional)


terça-feira, 23 de julho de 2013

(SEGUNDA PARTE) A psicopedagogia clinica e institucional como enfoque nas relações pessoais e interpessoais.




Em "relações humanas", juntas estão duas palavras traduzem o significado do convívio social humano, pois, os relacionamentos podem existir por vários outros motivos.O que deve avaliar no momento do relacionamento é o seu proposito,principalmente,para que não se tente ambivalência nas interpretações. A base concreta parar um bom relacionamento é ter percepção dos próprios deveres e obrigações,  e  dos  limites e regras que fazem a relação social ser harmoniosa, além de compreender o processo do valor   que é dado durante o relacionamento para o total crescimento e desenvolvimento produtivo de   se  ferir   as  técnicas e nem deixando se ferir por elas.
E dentro deste parâmetros, para um o bom desempenho das perspectivas de como criar situações para  o crescimento e expansão em um processo de contribuição na abordagem humanística, por intermédio do grupo que leve ao desenvolvimento pessoal e ao planejamento de suas ações,é que os especialistas da área psicopedagógica vivem uma abordagem educativa para as relações pessoais e interpessoais,   a    fim   de compreender e explicar, através de varias tentativas, realizar um planejar de ações que   são  educativas, enriquecedoras e eficazes ao apoio psicológico, para que o indivíduo consiga adquirir meios durante    as mudanças do relacionar pessoal e interpessoal, relativo aos processos de comunicação verbal e não verbal, mediante as influencias educativas  do seu modo de viver, da sua compatibilidade e/ou incompatibilidade   com  o outro, e,  em virtude das duas ações referentes a uma determinada direção da sociedade que percorrem dentro do ser dominante ou dominado.
Diante disto, o ajudar a si próprio faz com que se torne dono do seu destino, ao produzir   e  ao adquirir todas as capacidades que lhe permitem atuar e interpretar com os outros e com o ambiente de maneira construtiva e também ao permitir que aumente as capacidades novas e amplie o seu campo de vivências e de experiencia, com a finalidade de utilizar e expandir   conhecimentos, princípios e métodos dos fenômenos educativos.
Nesta atuação, diante do crescimento demográfico, mobilidade espacial de indivíduos e de grupos, multiplicidades de aspectos da vida moderna, números elevados de instituições e de grupos  aos quais pertencemos(as vezes até mesmo involuntariamente),contatos rápidos e superficiais   que necessitamos manter com diferentes pessoas de classes sociais, alem de outros fatores, vieram ativar os psicólogos,administradores,educadores e demais profissionais, quanto à importância do estudo das relações humanas(pessoais e interpessoais).

PESQUISA: Marília Mendes Milhomens(Psicopedagoga clinica e institucional)

domingo, 21 de julho de 2013

A importância da psicopedagogia clinica e institucional como enfoque nas relações pessoais e interpessoais(comportamento e relacionamento)




PRIMEIRA PARTE:

A pesquisa tem como trabalho uma relação a resolução de problemas do saber administrar o desenvolvimento pessoal neste planejar de ações, centrado no processo de motivação do indivíduo para alcançar as metas da organização. Com isto, a integração e comportamento social, mesmo com ótimas condições físicas de trabalho, o individuo socialmente desajustado não será eficiente.Aspectos sociais,psicológicos  e emocionais, são mais importantes que as técnicas. A integração grupal é primordial para o sucesso do individuo. A instituição que procura eficiência e mais produtividade deve tentar conciliar seus objetivos com os dos membros integrantes. É fundamental a participação de cada individuo do processo de decisão. Ele é um ser pensante, deve estar sujeito a um certo controle de alcance de metas, mas não a ponto de influencia-lo em seu modo de viver e compartilhar atividades. A participação estimula a iniciativa dos indivíduos e aumenta a produtividade institucional. O comportamento dos indivíduos está condicionado aos aspectos biológicos quanto as regras e padrões sociais. De acordo com a motivação psicológica empregadas aos conteúdos das atividades de trabalho que muitas vezes se tornam entediantes, prejudicando o rendimento e a produção do indivíduo, vão se tornando tarefas interessantes fazendo com que seu executor desenvolva interesse na produtividade e qualidade.

Diante de uma filosofia do saber administrar responsabilidades sociais de uma instituição, chamada também por fundação, estabelecimento, associação, organização, família e/ou escola tem-se como método de trabalho, o processo de avaliação e intervenção do indivíduo no desenvolvimento pessoal para seu planejar de ações, com base na sua personalidade e comportamento nas relações pessoais e interpessoais ao seu meio social.



PESQUISA: Marília Mendes Milhomens(Psicopedagoga clinica e institucional)

domingo, 5 de maio de 2013

LOUCURA MANSA(Sylvia Colombo)-Gostar de ler.Dedico para todos os meus alunos do 4ª ano.Principalmente para minha aluna Ana Beatriz, mamãe dela comprou livros infantis, ela melhorou muito em todas as disciplinas de conhecimento.


Para mim é difícil falar simplesmente de gosto pelos livros, porque em matéria de livros meu caso é muito mais grave: é um amor que vem desde a infância, que me tem acompanhado a vida inteira, e ainda acima disto, é incurável. Não se trata por isso de um interesse periférico, e o prazer que me tem proporcionado em todo este longo percurso faz com   que  tenha  procurado permanentemente,

desejar  que  muito  mais  pessoas  passam  também desfrutá-lo.  Dai eu aproveitar qualquer   uma
oportunidade que surja (e esta espero que seja uma delas)para inocular o vírus do amor ao livro em 
todos os possíveis leitores adquiridos anteriormente.

O prazer que o livro pode trazer tem múltiplos aspectos.O primeiro, fundamental, que é o  da leitura,
através  da qual  se estabelece um  contato com  o mundo exterior que abre, para o leitor, horizontes
ilimitados. O livro informa, distrai, enriquece o espírito, põe  a imaginação em movimentos, provoca
tanto reflexão como a emoção, e, enfim,  um grande companheiro. Companheiro ideal, aliás,pois está
sempre  á disposição, não cria problemas, não se ofende quando é esquecido, e se deixa retomar  sem
histórias, a qualquer hora do dia ou da noite  que o leitor desejar.

Brincadeira à parte, creio que a utilidade do livro é indiscutível, pois dá permanência ao pensamento humano. Sem o livro, não teríamos chegado a conhecer a obra de filósofos, dramaturgos e cientistas
da antiguidade e da Idade Média(com também os autores de livros,infantis e/ou infanto-juvenil).   A
invenção do livro móveis por Gutenberg  no século XV, permitindo o surgimento do  livro  impresso,
foi uma revolução comparável, e diria mesmo  até  superior, á que resultou da informática,       pelo
menos até agora.

De lá para cá, foram se formando as grandes bibliotecas, e ai surge o segundo prazer: possuir o livro,
que, além do conteúdo, também pode ser apreciado como objeto de arte,pela ilustração,diagramação
papel, tipografia, ou encadernação.O primeiro livro que se adquire provoca a busca de outros, e,  em
pouco tempo, começa a formar-se a biblioteca, em que por sua vez se formam    as    mais    variadas
coleções:autores, assuntos,edições,raridades,manuscritos e muita sabedoria.

Há o prazer intelectual da leitura, e o prazer físico do contato com o livro. Falo sempre   de  loucura
mansa, e posso assegurar que não é só mensa:é também prazerosa.Sugiro a quem ainda não    tenha
que procure contraí-la.




    


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Abandono Infantil(WENNICOTT)



O QUE É "ABANDONO"PARA WENNICOTT E QUAIS SERIAM AS CONSEQUÊNCIAS DESSE ABANDONO PARA A VIDA PSÍQUICA-EMOCIONAL DA CRIANÇA EM SUA PERSONALIDADE  À FASE ADULTA.

O abandono simples-Que ele chama de" privação".Ocorre por falta de responsabilidade de quem cuida do bebê.Geralmente é constante e acontece desde o nascimento em diante.
*A ausência de um relacionamento direto entre a mãe(ou a figura materna)e o bebê.Não é preciso deixar o bebê passar fome basta não se relacionar com ele, apesar de alimenta-lo.
-EFEITOS DEVASTADORES:O bebê simplesmente não se desenvolve emocionalmente, fica "parado" no tempo,na condição de não pessoa.Disso pode derivar uma psicose grave,ou uma espécie de apatia que muitas dá a impressão de deficiência mental.

O abandono negativo-Eu o chamo de negativo porque na verdade consiste não em largar o bebê de lado,mas em invadi-lo, aniquilando a sua espontaneidade.Surge então um falso,que se adapta à vontade de quem cuida dele.
*Embora a criança esteja sendo cuidada e não seja deixada de lado,o fato é que ela é tratada de um modo que não leva em conta as características pessoais.
-EFEITOS DEVASTADORES:Desenvolve-se uma criança submissa, que vive uma vida pouco criativa, uma criança(e depois um adulto)que não sabe fazer se ninguém lhe disser o que fazer.

O abandono repentino-Wennicott, acha a isso de "deprivação".Ocorre  quando, num relacionamento bastante bom o bebê e quem cuida dele,essa pessoa ou desaparece(morre,vai embora,passa um longo tempo ausente)ou entra em depressão  grave,que a impede de interagir emocionalmente com a criança.
*É uma condição que acontece quando a criança já está um pouco mais velha,entre os dois e cinco anos de idade.Consequências, quebra na personalidade da criança, que entra em estado de choque e posteriomente reorganizar a sua vida em função desse trauma.
-EFEITOS DEVASTADORES-Toda a existência dessa pessoa ficará comprometida com insegurança, dificuldade em confiar em relacionamentos mais profundos,permanentemente medo de uma catástrofe  que ira ocorrer(quando na verdade já ocorreu)e assim por diante.

Abandono por relacionamento "tantalizante": Aqui há um tipo de inconstância no modo pelo qual a figura materna cuida da criança: as vezes é cuidada, outras vezes negligenciada, e não é possível à criança criar um padrão de segurança e confiança indispensáveis para o desenvolvimento emocional.Surge uma personalidade mal estrutiva de uma vida desorganizada, uma especie de "bagunça" emocional.