segunda-feira, 29 de julho de 2013

(terceira parte) A importância da psicopedagogia como enfoque nas relações pessoais e interpessoais.


 

A cada dia, a psicopedagogia na instituição vai conseguindo posição de privilégio ao estudar os fenômenos educativos que se concentram no estudo dos processos de mudança de comportamento que se origina nas pessoas, como consequência da sua participação em situações diversas, de acordo com as necessidades de criar uma ponte para o conhecimento e a aprendizagem.
A psicopedagogia clinica e institucional no seu processo educativo para o relacionamento pessoal e interpessoal deve ser vista como um fator central na explicação do desenvolvimento humano, significando que deve-se interpretá-la como um processo aberto a aprendizagem de vida em uma mediação com o ponto de vista social e cultural. E nesta perspectiva, percebe-se que a função deste especialista é a de criar e gerar desenvolvimento.
E dentro de um desenvolvimento pessoal e do seu planejar de ações, se tem que investir com equilíbrio em cinco áreas da vida: profissional, social, familiar, afetiva e pessoal, geralmente, se dá mais valor, direito e/ou enfase a uma ou outra. Muitas vezes, as pessoas tentem buscar a realização  exclusivamente em uma delas. Em curto prazo, pode funcionar, mas a vida não é gerida apenas por uma necessidade.Quem aposta na diversificação certamente tem maiores possibilidades de se dar bem.Iniciar ou manter um relacionamento significa negociar o tempo todo, aprender a ouvir e criar ritmo para cada diversidade, definindo o próprio caminho, tudo depende de cada um.
É preciso, porém, ficar atento às tendências das áreas da vida.Como se fala muito e qualidade de vida no meio corporativo, quem fica bitolado demais em uma única vontade pode estar nadando contra a corrente.As instituições querem que seus indivíduos busquem maior equilíbrio em seu desenvolvimento e planejamento de vida pessoal.Muitas, inclusive, desenvolve programas com esse objetivo.
E neste segmento, o objetivo e finalidade de toda pesquisa gerenciada no desenvolvimento organizacional do equilíbrio em relação a todas as delimitações e fronteiras já mencionadas,servirá como meio para todo e qualquer processo de avaliação e intervenção educativa, direcionada à personalidade e comportamento nas relações pessoais e interpessoais,pois, o indivíduo feliz explora melhor seu potencial e poderá contribuir melhor e mais para o seu "EU" e o "OUTRO", em seu grupo social e/ou sociedade.
Para que ocorra o processo de investigação neste campo, o método que será utilizado para a realização da pesquisa em trabalho, será em diferentes meios, buscando chegar à uma conclusão que para uma abordagem educativa humanística, o mais adequado são a técnicas de pesquisa qualitativa. Para BLUMER, os objetivos estudados pelas ciências sociais,as  pessoas  e   suas atividades, não apenas são agentes interpretativos de seus mundos, mas também de compartilhar suas interpretações à medida que interagem e refletem suas experiências no curso de suas atividades  cotidianas.
Sendo assim, para o perfeito conhecimento de uma personalidade é necessário reunir aos resultados  da aplicação destas técnicas grande número de fatos sobre o comportamento, produtividade e desenvolvimento de todos os processos educativos dentro das áreas em humanas das instituições como indivíduos grupo e sociedade.

PESQUISA:MARÍLIA MENDES MILHOMENS(psicopedagoga clinica e institucional)


terça-feira, 23 de julho de 2013

(SEGUNDA PARTE) A psicopedagogia clinica e institucional como enfoque nas relações pessoais e interpessoais.




Em "relações humanas", juntas estão duas palavras traduzem o significado do convívio social humano, pois, os relacionamentos podem existir por vários outros motivos.O que deve avaliar no momento do relacionamento é o seu proposito,principalmente,para que não se tente ambivalência nas interpretações. A base concreta parar um bom relacionamento é ter percepção dos próprios deveres e obrigações,  e  dos  limites e regras que fazem a relação social ser harmoniosa, além de compreender o processo do valor   que é dado durante o relacionamento para o total crescimento e desenvolvimento produtivo de   se  ferir   as  técnicas e nem deixando se ferir por elas.
E dentro deste parâmetros, para um o bom desempenho das perspectivas de como criar situações para  o crescimento e expansão em um processo de contribuição na abordagem humanística, por intermédio do grupo que leve ao desenvolvimento pessoal e ao planejamento de suas ações,é que os especialistas da área psicopedagógica vivem uma abordagem educativa para as relações pessoais e interpessoais,   a    fim   de compreender e explicar, através de varias tentativas, realizar um planejar de ações que   são  educativas, enriquecedoras e eficazes ao apoio psicológico, para que o indivíduo consiga adquirir meios durante    as mudanças do relacionar pessoal e interpessoal, relativo aos processos de comunicação verbal e não verbal, mediante as influencias educativas  do seu modo de viver, da sua compatibilidade e/ou incompatibilidade   com  o outro, e,  em virtude das duas ações referentes a uma determinada direção da sociedade que percorrem dentro do ser dominante ou dominado.
Diante disto, o ajudar a si próprio faz com que se torne dono do seu destino, ao produzir   e  ao adquirir todas as capacidades que lhe permitem atuar e interpretar com os outros e com o ambiente de maneira construtiva e também ao permitir que aumente as capacidades novas e amplie o seu campo de vivências e de experiencia, com a finalidade de utilizar e expandir   conhecimentos, princípios e métodos dos fenômenos educativos.
Nesta atuação, diante do crescimento demográfico, mobilidade espacial de indivíduos e de grupos, multiplicidades de aspectos da vida moderna, números elevados de instituições e de grupos  aos quais pertencemos(as vezes até mesmo involuntariamente),contatos rápidos e superficiais   que necessitamos manter com diferentes pessoas de classes sociais, alem de outros fatores, vieram ativar os psicólogos,administradores,educadores e demais profissionais, quanto à importância do estudo das relações humanas(pessoais e interpessoais).

PESQUISA: Marília Mendes Milhomens(Psicopedagoga clinica e institucional)

domingo, 21 de julho de 2013

A importância da psicopedagogia clinica e institucional como enfoque nas relações pessoais e interpessoais(comportamento e relacionamento)




PRIMEIRA PARTE:

A pesquisa tem como trabalho uma relação a resolução de problemas do saber administrar o desenvolvimento pessoal neste planejar de ações, centrado no processo de motivação do indivíduo para alcançar as metas da organização. Com isto, a integração e comportamento social, mesmo com ótimas condições físicas de trabalho, o individuo socialmente desajustado não será eficiente.Aspectos sociais,psicológicos  e emocionais, são mais importantes que as técnicas. A integração grupal é primordial para o sucesso do individuo. A instituição que procura eficiência e mais produtividade deve tentar conciliar seus objetivos com os dos membros integrantes. É fundamental a participação de cada individuo do processo de decisão. Ele é um ser pensante, deve estar sujeito a um certo controle de alcance de metas, mas não a ponto de influencia-lo em seu modo de viver e compartilhar atividades. A participação estimula a iniciativa dos indivíduos e aumenta a produtividade institucional. O comportamento dos indivíduos está condicionado aos aspectos biológicos quanto as regras e padrões sociais. De acordo com a motivação psicológica empregadas aos conteúdos das atividades de trabalho que muitas vezes se tornam entediantes, prejudicando o rendimento e a produção do indivíduo, vão se tornando tarefas interessantes fazendo com que seu executor desenvolva interesse na produtividade e qualidade.

Diante de uma filosofia do saber administrar responsabilidades sociais de uma instituição, chamada também por fundação, estabelecimento, associação, organização, família e/ou escola tem-se como método de trabalho, o processo de avaliação e intervenção do indivíduo no desenvolvimento pessoal para seu planejar de ações, com base na sua personalidade e comportamento nas relações pessoais e interpessoais ao seu meio social.



PESQUISA: Marília Mendes Milhomens(Psicopedagoga clinica e institucional)

domingo, 5 de maio de 2013

LOUCURA MANSA(Sylvia Colombo)-Gostar de ler.Dedico para todos os meus alunos do 4ª ano.Principalmente para minha aluna Ana Beatriz, mamãe dela comprou livros infantis, ela melhorou muito em todas as disciplinas de conhecimento.


Para mim é difícil falar simplesmente de gosto pelos livros, porque em matéria de livros meu caso é muito mais grave: é um amor que vem desde a infância, que me tem acompanhado a vida inteira, e ainda acima disto, é incurável. Não se trata por isso de um interesse periférico, e o prazer que me tem proporcionado em todo este longo percurso faz com   que  tenha  procurado permanentemente,

desejar  que  muito  mais  pessoas  passam  também desfrutá-lo.  Dai eu aproveitar qualquer   uma
oportunidade que surja (e esta espero que seja uma delas)para inocular o vírus do amor ao livro em 
todos os possíveis leitores adquiridos anteriormente.

O prazer que o livro pode trazer tem múltiplos aspectos.O primeiro, fundamental, que é o  da leitura,
através  da qual  se estabelece um  contato com  o mundo exterior que abre, para o leitor, horizontes
ilimitados. O livro informa, distrai, enriquece o espírito, põe  a imaginação em movimentos, provoca
tanto reflexão como a emoção, e, enfim,  um grande companheiro. Companheiro ideal, aliás,pois está
sempre  á disposição, não cria problemas, não se ofende quando é esquecido, e se deixa retomar  sem
histórias, a qualquer hora do dia ou da noite  que o leitor desejar.

Brincadeira à parte, creio que a utilidade do livro é indiscutível, pois dá permanência ao pensamento humano. Sem o livro, não teríamos chegado a conhecer a obra de filósofos, dramaturgos e cientistas
da antiguidade e da Idade Média(com também os autores de livros,infantis e/ou infanto-juvenil).   A
invenção do livro móveis por Gutenberg  no século XV, permitindo o surgimento do  livro  impresso,
foi uma revolução comparável, e diria mesmo  até  superior, á que resultou da informática,       pelo
menos até agora.

De lá para cá, foram se formando as grandes bibliotecas, e ai surge o segundo prazer: possuir o livro,
que, além do conteúdo, também pode ser apreciado como objeto de arte,pela ilustração,diagramação
papel, tipografia, ou encadernação.O primeiro livro que se adquire provoca a busca de outros, e,  em
pouco tempo, começa a formar-se a biblioteca, em que por sua vez se formam    as    mais    variadas
coleções:autores, assuntos,edições,raridades,manuscritos e muita sabedoria.

Há o prazer intelectual da leitura, e o prazer físico do contato com o livro. Falo sempre   de  loucura
mansa, e posso assegurar que não é só mensa:é também prazerosa.Sugiro a quem ainda não    tenha
que procure contraí-la.




    


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Abandono Infantil(WENNICOTT)



O QUE É "ABANDONO"PARA WENNICOTT E QUAIS SERIAM AS CONSEQUÊNCIAS DESSE ABANDONO PARA A VIDA PSÍQUICA-EMOCIONAL DA CRIANÇA EM SUA PERSONALIDADE  À FASE ADULTA.

O abandono simples-Que ele chama de" privação".Ocorre por falta de responsabilidade de quem cuida do bebê.Geralmente é constante e acontece desde o nascimento em diante.
*A ausência de um relacionamento direto entre a mãe(ou a figura materna)e o bebê.Não é preciso deixar o bebê passar fome basta não se relacionar com ele, apesar de alimenta-lo.
-EFEITOS DEVASTADORES:O bebê simplesmente não se desenvolve emocionalmente, fica "parado" no tempo,na condição de não pessoa.Disso pode derivar uma psicose grave,ou uma espécie de apatia que muitas dá a impressão de deficiência mental.

O abandono negativo-Eu o chamo de negativo porque na verdade consiste não em largar o bebê de lado,mas em invadi-lo, aniquilando a sua espontaneidade.Surge então um falso,que se adapta à vontade de quem cuida dele.
*Embora a criança esteja sendo cuidada e não seja deixada de lado,o fato é que ela é tratada de um modo que não leva em conta as características pessoais.
-EFEITOS DEVASTADORES:Desenvolve-se uma criança submissa, que vive uma vida pouco criativa, uma criança(e depois um adulto)que não sabe fazer se ninguém lhe disser o que fazer.

O abandono repentino-Wennicott, acha a isso de "deprivação".Ocorre  quando, num relacionamento bastante bom o bebê e quem cuida dele,essa pessoa ou desaparece(morre,vai embora,passa um longo tempo ausente)ou entra em depressão  grave,que a impede de interagir emocionalmente com a criança.
*É uma condição que acontece quando a criança já está um pouco mais velha,entre os dois e cinco anos de idade.Consequências, quebra na personalidade da criança, que entra em estado de choque e posteriomente reorganizar a sua vida em função desse trauma.
-EFEITOS DEVASTADORES-Toda a existência dessa pessoa ficará comprometida com insegurança, dificuldade em confiar em relacionamentos mais profundos,permanentemente medo de uma catástrofe  que ira ocorrer(quando na verdade já ocorreu)e assim por diante.

Abandono por relacionamento "tantalizante": Aqui há um tipo de inconstância no modo pelo qual a figura materna cuida da criança: as vezes é cuidada, outras vezes negligenciada, e não é possível à criança criar um padrão de segurança e confiança indispensáveis para o desenvolvimento emocional.Surge uma personalidade mal estrutiva de uma vida desorganizada, uma especie de "bagunça" emocional. 






sábado, 24 de novembro de 2012

Fundamentos epistemológico para o desenvolvimento do conhecimento, em relação SUJEITO X OBJETO.



OBJETO-
Tudo aquilo que desperta curiosidade e passa a vir a ser estudado pelo homem incluindo-se a si mesmo e ate o próprio pensamento. Portanto, toda e qualquer realidade material, psíquico ou espiritual pode ser "objeto epistemológico".

Individuo-(antogenise)Sujeito.

-Parte dos fundamentos epistemológico:

SENSAÇÃO-Primeira relação entre o sujeito pensante e o objeto pensado. O objeto exita o sujeito que sente, interferem nesta relação as necessidades do sujeito e as características atrativas ou provocantes do objeto.

PERCEPÇÃO-Na percepção ha uma interferência mais forte do sujeito segundo suas necessidades e seus interesses, sua emoção e sua ideologia nesta etapa do conhecimento, a excessiva dose de afeto faz ver coisas como "eu as vejo" e não como elas são...Por isso, perceber ainda não é raciocinar.Suas idéias muitas vezes se expressão através de uma visão genérica, de difícil verbalização, sem consistência cientifica.

SENSIBILIDADE-Só conseguimos conhecer, criar e expressar algo a partir das sensações das percepções que incorporamos. este é o caminho da formação dos conceitos em que a chamada "sensibilidade" desempenha um papel importante.

SENSAÇÃO X PERCEPÇÃO-A sensação não garante esta "oposição" pois o sujeito se "envolve" com o objeto, perceber implica distanciar-se diferenciar-se.

ABSTRAÇÃO-Acontece na medida em que o sujeito vai além do objeto captando suas "formas","grendezas físicas","reações psíquicas",comportamento sociais...

COMPREENSÃO-É a apropriação(acomodação,adaptação)do entendimento dos elementos racionais da inteligência e da razão do objeto de estudo.Pela compreensão colaboram-se os conceitos(ideias,reputação,pensamento;juizado,espirituoso,respeitado,acatado)e só a partir dos conceitos é que torna possível definir,raciocinar,argumentar,discursar e, portanto,transformar conscientemente.O que corresponde a sua capacidade de compreensão verbalizando é o "domínio" da linguagem verbal,estética,corporal,plastica,etc.

DEFINIÇÃO-É a proposição afirmativa que explicita um conceito, as propriedades especificas de algo(expor com precisão,esclarecer,explicar,determinar).Se o sujeito não tiver domínio de todos os conceitos que utiliza numa definição, nada sera do que um conjunto sonoro sem significados.

ARGUMENTAÇÃO-É um processo mental que relaciona logicamente varias proposições(ato de propor,o que se propõe,proposta),vários conceitos.É o eixo central é a linha do raciocínio e o rigor cientifico.É através da pratica argumentativa que se desenvolve a consciência critica.Sem conceitos claros não é possível formular proposições com sentido muito menos estabelecer qualquer encadeamento logico de raciocínio.Esta capacidade de estabelecer relações se traduz na capacidade de reciclar problemas, formular hipotes e criar soluções.
-RACIOCINAR-Fazer uso da razão,para conhecer, para julgar a relação das coisas;formar um raciocínio(reduzir as razões, ponderar calcular).O valor do discurso é determinar pela capacidade de desencadear ações transformadoras.

TRANSFORMAÇÃO-É o conjunto de ações pelas quais se interage com a realidade.

AS FORMAS DE INTELIGENCIAS PARA SER TRABALHADO OS FENÔMENOS EPISTEMOLÓGICOS.

INTELIGENCIA EMOCIONAL-Existe uma intima relação entre inteligencia racional e inteligencia emocional. Variáveis de ordem interferem profundamente no processo de conhecimento.Fatores como prazer, medo, desafio, realização pessoal, status, auto-estima e tantos outros estão internamente intrincados com os processos racionais.A interferência destas variáveis emocionais ocorre não apenas nos níveis das sensações e da percepção da realidade mas também no processo de alta abstração.

MÚLTIPLAS INTELIGENCIAS-Formas diversas de ação, interpretação, e expressão simbólica da realidade.Como o raciocínio logico, corporal, interpessoal, intrapessoal,etc.(música,esporte,dança,arte,lazer,família,etc).


         





sábado, 15 de setembro de 2012

Indicações bibliográficas(Piaget,Vygotsky,Wollan,Ausubel),para ensino e aprendizado(criança,adolescente e adulto).


ATENÇÃO-
Ela é fundamental para a percepção e para a aprendizagem.



1-A atenção para Vygotsky-No decorrer do processo de desenvolvimento, a atenção passa de automática para dirigida, sendo orientada de forma intencional e estreitamente relacionada com o pensamento.Ou seja, ela sofre influência dos símbolos de um meio cultural, que acaba por orientá-la.Atenção e memória  se desenvolvem de modo interdependente,num processo de progressiva intelectualização.


2-A atenção para Piaget-De acordo com o psicólogo, prestamos atenção porque entendemos, ou seja, porque está sendo apresentado tem significado e representa uma novidade.Se há um desafio e se for possível estabelecer uma relação entre esse elemento novo e o que já se sabe, a atenção é despertada.


3-A atenção para Ausubel-A mente é seletiva.Segundo Ausubel, só reconhecemos nos fenômenos que acontecem a nossa volta aquilo que o nosso conhecimento prévio nos permite perceber.Não hesitamos, por exemplo, em interromper uma atividade quando sentimos um cheiro de fumaça no ambiente.Conhecer padrões é fundamental para se dedicar, agir e aprender sobre o que importa.


Implicações na educação-Falta de atenção não é sinônimo de indisciplina ou de desinteresse por parte das crianças.Ela pode ser decorrente de um desestimulante ou de situações inadequadas à aprendizagem.Para evitar isso, o professor deve focar a interação entre ele, o saber e o aluno, refletindo sobre as atividades propostas e modificando-as se necessário.


PLASTICIDADE CEREBRAL -O cérebro se modifica em contato com o meio durante toda vida.


1-A influência do meio para Vygotsky-A cognição se constitui pelas experiências sociais, e a importância do ambiente nesse enfoque é fundamental.Á medida que aprende a criança-e seu cérebro-se desenvolve.A ideia é oposta à da maturação, de acordo com a qual se deve aguardar que ela atinja uma prontidão para poder ensina-lo.


2-A influência do meio para Piaget-Para o estimulo provocar certa proposta, é necessário que o individuo   e seu organismo sejam capazes de fornece-las.Por isso, não basta ter meio provocativo se a pessoa não participar dele ou, como complementaria o teórico, se ala for incapaz de se sensibilizar com os estímulos oferecidos e reagir a eles.A aprendizagem, portanto não é a mesma para todos , e também difere de acordo com os níveis de desenvolvimento de cada um, pois há domínios exigidos para que seja possível construir determinados conhecimentos.


3-A influência do meio para Wollan-A relação complementar e recíproca entre os fatores orgânicos e socioculturais está presente em todas as análises de Wollan .Para ele, a criança nasce com um equipamento biológico, mas vai se constituir no meio social que tanto pode favorecer seu desenvolvimento como tolhê-lo.


Influência na educação-O aluno deve ser ativo em suas aprendizagens mas cabe ao professor propor, orientar e oferecer condições para que ele exerça suas potencialidades.Para isso, deve conhecê-lo bem,assim como o contexto em que vive e a relação dele com a natureza do tama a ser presentado.


MEMÓRIA-Ela é mais efetiva na associação com um conhecimento já adquirido.


1-A memória para vyogotsky-Uma criança pequena constrói memória por imagens, associando uma a outra.No decorrer do desenvolvimento, ela passa a fazer essa relação conceitualmente, pela influência e pelo domínio da linguagem - o componente cultural mais importante.Com isso, passa de uma memória mais apoiada nos sentidos para outra mais escorada na linguagem.Portanto, a memória relacionada às aprendizagens  escolares é uma função psicológica que vai se definindo durante o desenvolvimento.


2-A memória para Ausubel-Aprendemos com base no que já sabemos .Essa premissa é central na Teoria da Aprendizagem Significativa, de Ausubel.É preciso diferenciar memória de aprendizagem significativa.A primeira é a capacidade de lembrar algo, já a segunda envolve usar o saber prévio em novas situações-um processo pessoal e intencional de construção de significados com base na relação com o meio (social físico)


3-A memória para Wallan-O pressuposto da psicogenética walloniama é que somos seres integrados:afetividades,cognição e movimento.Portanto, informações e acontecimentos que nos afetam e fazem sentido para nós ficam retidos na memória com mais facilidade.Como construção de sentido passa pela afetividade,é difícil reter algo novo quando ele não nos afeta.


Implicações na educação-Aprender não é só memorizar informações.É preciso saber relacioná-las,ressignificá-las e refletir sobre elas.É tarefa do professor, então ,apresentar bons pontos de ancoragem, para que os conteúdos sejam aprendidos e fiquem na memória, e dar condições para que o aluno construa sentido sobre  o que está vendo em sala.